Cuba: a dignidade vence batalhas

Pátria grande

por Marcos Roitman Rosenmann*
Muitas pessoas previram o fim da revolução cubana há décadas. Houve argumentos. Na Guerra Fria foram marcadas para ser um regime fantoche da União Soviética.

Após a queda do Muro de Berlim e do desmantelamento do bloco de Leste, Cuba foi considerado um anacronismo histórico. Não tinha lugar na nova era da globalização. Sem apoio externo, a revolução seria, sem ser notado, a um beco sem saída. Die e, assim, as suas ideias. Sua existência seria uma má memória, no meio de um caos econômico, social e político.

Cuba iria entrar na comunidade internacional com a cabeça para baixo e reconhecer seu fracasso. Os pessimistas sentiu semelhante ao seguido pela Roménia, Polónia, Hungria, Bulgária ou o processo desarticulado URSS. A restauração das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos demonstra quão estreito uma abordagem como descrito, permaneceu por metade de uma política externa de articulação…

Ver o post original 586 mais palavras

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s